Meditar

"O essencial para a hospitalidade é ter um coração aberto, o que resulta em uma casa aberta...seja um quarto pequeno, um apartamento modesto ou uma mansão - em todos esses lugares podemos praticar a hospitalidade." Karen Mains

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ensinando a responsabilidade


Um dos infortúnios mais sérios em uma sociedade permissiva é a falha em associar dois fatores - comportamento e consequências.

Com muita frequência, uma criança de três anos grita insultos a sua mãe, porém a mãe confusa pacientemente apenas revira os olhos. Uma criança do primeiro ano da escola primária age agressivamente contra sua professora, mas a escola ignora a falta por causa de sua idade e não toma nenhuma medida. Outra criança de dez anos é apanhada roubano doces em um armazém, mas é liberada mediante fiança e restauração pelo prejuízo. Um jovem de quinze anos pega a chave do carro da família escondido, mas seu pai para a multa quando o filho é preso. Um outro de dezessete anos dirige seu carro como um louco e seus pais pagam pelos reparos quando o bate em um poste.

Note bem, em tudo o que acontece na infância os pais amorosos parecem determinados a intervir entre o comportamento e as consequências, rompendo a conexão e impendindo o aprendizado valioso que poderia ter ocorrido.

Assim, é possível que um rapaz ou uma moça entre na vida adulta sem ter o conhecimento de que a vida é uma faca de dois gumes, que tudo o que fazemos afeta diretamente nosso futuro e que o comportamento irresponsável produz, no final, triteza e dor.

Qual é o resultado? Esta superproteção produz aleijados emocionais que geralmente desenvolvem características duradouras de dependência e uma espécie de adolescência perpétua.

Em Lucas 15 de 11 a 32 observamos que ela contém várias mensagens importantes que são altamente relevantes em nossos dias.
Primeiro, o pai não tentou localizar o filho e arrastá-lo para casa. O filho era aparentemente maduro o bastante para tomar sua própria decisão.
Segundo, o pai não foi em seu socorro durante a crise financeira em que o filho se meteu. Ele não lhe mandou dinheiro.
Note os versículos 16 e 17: "Ninguém lhe dava nada...Então, caindo em si..." Talvez algumas vezes impedimos nossos filhos de caírem em si ao evitarmos que sintam as cosenquências de seus próprios erros.

Como fazer a conexão entre comportamento e consequência?

Estando disposto a deixar a criança experimentar uma razóavel dose de sofrimento ou inconveniência, quando se comporta irresponsavelmente. Quando seu filho perde o ônibus da escola por causa de sua própria ociosidade, faça-o andar dois ou três quilômetros e chegar a escola na metade da manhã (a menos que fatores de segurança física o impeçam). Se sua filha descuidadamente perdeu seu dinheiro para o lanche, deixe-a sem refeição. Mas a melhor medida é esperar que meninos e meninas assumam a responsabilidade que seja apropriada à sua idade e, de vez em quando, provem o gosto amargo que a irresponsabilidade proporciona.


"A vara e a repreensão dão sabedoria; mas a criança entregue a si mesma envergonha sua mãe." Prov 29-15

James Dobson - Convivendo melhor com seu filho adolescente

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

ENTÃO, OROU ANA E DISSE:


O meu coração se regozija no SENHOR, a minha força está exaltada no SENHOR;
a minha boca se ri dos meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação.
Não há santo como o SENHOR; porque não há outro além de ti;
e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus.
Não multipliqueis palavras de orgulho, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca;
porque o SENHOR é o Deus da sabedoria
e pesa todos os seus feitos na balança.
O arco dos fortes é quebrado, porém os débeis, cingidos de força.
Os que antes eram fartos hoje se alugam por pão,
mas os que andavam famintos não sofrem mais fome;
até a estéril tem sete filhos, e a que tinha muitos filhos perde o vigor.
O SENHOR é o que tira a vida e a dá;
faz descer à sepultura e faz subir.
O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta.
Levanta o pobre do pó e, desde o monturo,
exalta o necessitado, para o fazer assentar entre o príncipes,
para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são as colunas da terra,
e assentou sobre elas o mundo.
Ele guarda os pés dos santos, porém os perversos emudecem nas trevas da morte;
porque o homem não prevalece pela força.
Os que contendem com o SENHOR são quebrantados; dos céus troveja contra eles.
O SENHOR julga as extremidades da terra,
dá força ao seu rei
e exalta o poder do seu ungido.

1 Samuel 2-1 a 10

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Julgamento

"Assisti na faculdade um filme, que agora não lembro o nome, cujo tema nos levava a refletir no julgamento prévio que fazemos de certas pessoas ou circunstâncias. O filme apresentava várias situações de preconceito para estrangeiros, afro-descendentes, asiáticos, bandidos etc. Mas o final é surpreendente. Com certeza, o culpado pelo crime não foi quem esperávamos que fosse. Por mais que as evidências assim aparentassem, o policial violento não era tão violento; o negro, vítima de preconceito, não era tão vítima; a senhora coreana enganada não era, de forma alguma, ingênua; e, principalmente, o policial correto, não o foi sempre. Assim, ao assistir o filme fiquei pensando: se não conhecemos em profundidade uma situação, podemos fazer um julgamento errado."

Missionária Vânia Pereira da Silva - Missão Caiuá em Revista

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

ATÉ QUANDO?


Até quando estarás imóvel enquanto a injustiça e a impiedade correm velozmente em suas práticas?
Até quando ficarás mudo enquanto os gritos do abuso ensurdecem os agressores?
Será pouco, o descaso e abandono que sofrem os oprimidos?
Será invisível, a escassez e miséria de milhares de necessitados?
Teu tempo é assim tão curto que não podes discutir este assunto?
Até quando te esconderás na cegueira daquilo que teus olhos não querem ver?
Até quando?
Será que estás desobrigado da sentença, será que só os agressores serão banidos?
Não!
Se a nossa justiça não excedes a injustiça, se nosso cristianismo não testemunhar lá fora e nosso amor não for ativo, se nossas ações não excedem as indignações e nosso querer não nos guiar.
Então também seremos banidos e mereceremos punição, pois não clamamos à plenos pulmões, nem levantamos a nossa voz como som de trombeta, pois escolhemos nos justificar da inércia e nos esconder na falsa aparências das incerteza...

Janaína Lima (Viçosa-MG)
www.fale.org.br

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