Meditar

"O essencial para a hospitalidade é ter um coração aberto, o que resulta em uma casa aberta...seja um quarto pequeno, um apartamento modesto ou uma mansão - em todos esses lugares podemos praticar a hospitalidade." Karen Mains

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O SENHOR DA VIDA


No Antigo Testamento, a Bíblia se utiliza das mesmas palavras hebraicas para descrever os ainda não nascidos, os bebês e as crianças. No Novo Testamento, o grego se utiliza, também das mesmas palavras para descrever crianças não nascidas, os bebês e as crianças, o que indeica uma continuidade desta concepção à fase de criança, e daí até a idade adulta.


Vejamos alguns exemplos:

brephos (grego)- é empregada com frequência para os recém nascidos, para os bebês e para crianças mais velhas (Lucas 2.12, 16; 18.15; 1 Pedro 2.2). Em Atos 7.19 a pralavra brephos é empregada refere-se às crianças mortas por Faraó. Mas em Lucas 1.41, 44 a mesma palavra é empregada se referindo a João Batista, enquanto não havia nascido, estando ainda no ventre materno. Aos olhos de Deus ele era indistiguível com relação a outras crianças. O escritor bíblico também nos informa que João Batista foi cheio do Espírito Santo enquanto ainda estava no ventre de sua mãe. Mesmo três meses antes de nascer, João conseguia fazer um miraculoso reconhecimento de Jesus, Já presente no ventre de Maria (Lucas 1.44).


huios (grego)- significa "filho" e foi empregada pra descrever a existência de João Batista 6 meses antes do nascimento (Lucas 1.36).


yeled (hebraico)- normalmente usada para se referir a filhos, ou seja, criança, menino etc. Em Êxodo 21.22 é utilizada para referir a um filho no ventre. Gênesis 25.22 yeladim (filhos) se refere aos filhos de Rebeca que se empurravam ainda no ventre materno.


geber (substantivo hebraico)- Jó 3.3 usa essa palavra para descrever sua concepção: "Foi concebido um homem!" Mas a palavra geber é normalmente usada para traduzir a "idéia" de um "homem", um "macho", ou ainda um "marido". Em Jó 3.11-16, Jó equipara a criança ainda não nascida ("crianças que nunca virama luz") com reis, conselheiros e príncipes.

Esses textos e muitos outros indicam que Deus não faz distinção entre vida em potencial e vida real. As escrituras pressupõem reiteradamente a continuidade de uma pessoa, desde a concepção até o ser adulto.
O próprio Deus se relaciona com pessoas ainda não nascidas. No Salmo 139.16, o salmista diz em referência a Deus: "Os teus olhos me viram a substância ainda informe". O autor se utiliza da palavra golem, traduzida como "substância", para escrever a si mesmo enquanto ainda no ventre materno. Ele se utiliza desse termo para se referir ao cuidado pessoal de Deus por ele mesmo durante a primeira parte de seu estado embrionário (desde a nidação até as primeiras semanas de vida). Sabemos hoje que embrião é "informe" durante 4 ou 5 semanas. Mesmo na "substância ainda informe" (0-4 semanas), Deus diz que ele se importa com a criança e a está moldando(Salmos 139.13-16).

"Aquele que me formou no ventre materno, não os fez também a eles? Ou não é o mesmo que nos formou na madre?"(Jó 31.15)

"As tuas mãos me plasmaram e me aperfeiçoaram... De pele e carne me vestiste e de ossos e tendões me entreteceste. " (Jó 10.8, 11)

"Não há nada nas Escrituras que possa sugerir, ainda que remotamente, que uma criança ainda não nascida seja qualquer coisa menos que uma pessoa humana, a partir do momento da concepção." John Frame

Sendo assim, a vida humana pertence a Deus, e não a nós.
Se as vidas que estavam em mim, me pertencessem. Então, eu não deveria ter perdido meus bebês, pois eu os queria. Correto? Não! Porque só ao Senhor pertence a vida!

Você já fez aborto?

Quero te falar com muito carinho sobre um Deus, Senhor, Amigo Fiel que nos perdoa, nos transforma e que não resiste a um coração quebrantado.

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar o pecado e nos purificar de toda a injustiça." 1 Jo 1.9

Fatos sobre o aborto - John Ankerberg e John Weldon
Adaptado

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010


"E olhei eu para todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando, tinha feito, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito, e que proveito nenhum havia debaixo do sol."

domingo, 7 de novembro de 2010

Invasão da mente




Obsessões é uma idéia geralmente cheia de emoçãos, que invade repetida e insistentemente a consciência, mesmo que não seja bem-vinda. Quando essa idéias se manifestam em padrões de comportamento, são chamado de compulsões.

As obsessões, quase sempre, indicam dificuldades subjacentes graves. Elas tornam-se problemáticas quando interferem substancialmente na habilidade de pensar de modo racional. As obsessões são, em geral, de curta duração e podem ser minimizadas ou negadas quando se desvia a atenção delas. Podem ocorrer das seguintes maneiras.


1) obsessões impulsivas - idéias que levam a ações repetitivas e que podem ser destrutivas;

2) obsessões inibidoras - dúvidas sobre ações;

3) obsessões intelectuais - perguntas sobre o propósito da vida ou o destino eterno.


Apenas o Senhor Jesus pode remover as ansiedades e preocupações que acompanham o comportamento obsessivo. Ele desafiou os cristãos a entregarem a ele os seus cuidados. Ficar livre de obsessões faz parte da experiência de se utilizar "a mente de Cristo", que está ao alcance de todos os cristãos (1 Co 2:16).

VONTADE DE DEUS

"Uma cristã madura procura saber qual é a vontade de Deus e também a sabedoria divina quando tem de tomar uma decisão importante. Crentes precisam orar quando forem tomar decisões importantes; especialmente decisões como "Qual faculdade deverei frequentar?", "Devo me casar como esse homem?", "Deveria trazer meu parente enfermo para morar comigo?". Tais decisões trazem sérias consequências e requerem que se procure a sábia orientação de Deus. Mas isso não acontecerá somente pela oração; é necessário conhecer a Palavra de Deus.
A Bíblia ensina que fazer a vontade de Deus é o resultado de pensar e agir de acordo com a sua Palavra. Quando a mulher cristã lê diariamente a Bíblia, sua maneira de pensar é renovada, e uma nova perspectiva a respeito de sua vida é estabelecida. Idéias mundanas, atitudes e preconceitos serão trocados por pensamentos que se ajustam à visão de Deus. Esse processo leva tempo e não existem atalhos para percorrê-los. A transformação nunca será completa até a morte.
O cristão que mantém estreita comunhão com Deus através de sua Palavra chegará às decisões com embasamento bíblico. Ao saber a vontade de Deus, tomar grandes decisões se tornará muito mais simples se você buscar a Deus diarimente em leitura e oração."
Bíblia da Mulher

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